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Orçamento militar dos EUA pagaria 82 anos de Bolsa Família

Os gastos militares dos EUA sobem continuamente desde 1998, quando foram consumidos 274 bilhões de dólares. Em 2008, a cifra atingiu 607 bilhões de dólares.

 As informações são do Stockholm International Peace Research Institute.

 E a conta vai subir, já que orçamento militar para 2010 (assinado por Obama) chega a 660 bilhões de dólares. Para fabricantes de armas como Lockheed Martin, Northrop Grumman e Boieng Co, o céu é de brigadeiro.

E uma comparação: o orçamento militar dos EUA deste ano patrocinaria, no Brasil, 82 anos do Programa Bolsa Família (levando-se em conta que orçamento do programa para 2010 é de R$ 13,7 bilhões e considerando um câmbio de 1 para 1.7).

 Ou o Bolsa Família é um trocado ou o gasto com armas exorbitante. Ou ambos.

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Os americanos e o terrorismo em 2010

70% dos americanos acreditam ser provável que aconteça um atentado terrorista nos Estados Unidos nos próximos doze meses. O número – publicado na edição de 9 de janeiro da revista The Economist — é da empresa de pesquisas YouGov Polimetrix. O levantamento foi feito alguns dias depois do atentado fracassado a um avião da NorthWest Airlines que fazia a rota Amsterdã-Detroit.

 Em abril de 2009 o receio em relação a atentados era de 51%.

A The Economist ressalta que o ano não começou bem para o presidente americano Obama, que encontra dificuldades para livrar-se do figurino de “presidente da guerra”. Além do atentado – que levou ao anúncio de novas medidas de segurança – há o envio, para breve, de mais soldados para o Afeganistão.

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Site da Casa Branca pode não ser…da Casa Branca

guantanamo

Em um inusitado lapso de segurança e de informação, a Casa Branca (White House, residência oficial do presidente dos Estados Unidos e símbolo do poder executivo naquele país) deixou de registrar o nome “whitehouse” nos domínios .com e .org.

Resultado: quando se clica em www.whitehouse.org  a busca é direcionada para um site humorístico que satiriza a…Casa Branca. O site oferece camisetas parodiando a base militar e presídio americano de Guantanamo e pôsteres “patrióticos” estampados por George W. Bush.

E o internauta que clicasse em http://www.whitehouse.com caia em um site pornográfico – que aproveitou-se o quanto pôde do prestigiado nome (veja um texto a respeito) até que passou o dominio adiante em 2008.  Atualmente, ao clicar-se na URL cai-se em uma página em branco com dizeres pouco compreensíveis.

Em tempo: o site oficial da Casa Branca é: www.whitehouse.gov

Já no Brasil, o pessoal do Palácio do Planalto parece mais antenado. Quando clica-se em www.presidencia.org.br vai-se para uma página em branco; o site oficial da Presidência da República é www.presidencia.gov.br

 E a propósito: quando colocamos www.presidencia.net  aparece o seguinte aviso: For Sale Domain!

Candidatos?

 

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Pobreza nos EUA e no Brasil

 

0225pobres

Americanos na fila, para comer.

Recentemente o jornal El Clarin (veja aqui, em tradução do portal Vermelho) trouxe uma matéria sobre os americanos que vivem com os cupons de alimentação do governo, de US$ 6 por dia (ou R$ 14,00), valor a ser reajustado no plano de socorro de Barack Obama em 13%; a reportagem cita o blog de um repórter da CNN, Sean Callebs, que “viveu” dos cupons para realizar uma série de matérias para TV.

São 31 milhões de americanos (ou cerca de 10% da população) que recebem os cupons e expõem uma faceta pouco divulgada (ao menos antes da crise) pela imprensa brasileira, a da miséria nos EUA. Que não é de hoje, diga-se.

Cálculos da Food Research and Action Center (que se auto define como uma instituição sem fins lucrativos) apontam, por exemplo, que 38 milhões de americanos estão, já há algum tempo, em situação de insegurança alimentar (alimentação não adequada e, mesmo, fome).

Daria um estudo interessante comparar a fome nos EUA com a do Brasil.

Por aqui, 50 milhões de pessoas (28% da população) beneficiam-se do Programa Bolsa Família – e destas, 42,3 milhões continuam em situação de insegurança alimentar, apesar da renda extra (interessados em obter o levantamento completo com estes dados do Bolsa Família podem deixar uma mensagem que eu envio, ok?).

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Obama: 7 milhões acompanham posse online

Aproximadamente 7 milhões de pessoas assistiram ao mesmo tempo à cerimônia de posse de Barack Obama por meio de algum serviço de transmissão de vídeos online na terça-feira (20/01).

A estimativa é da Akamai Technologies, que fornece vídeo via internet para diversos portais.

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The Economist e o conservadorismo nos EUA

O site da revista britânica The Economist traz esta semana um artigo interessante analisando a vitória de Barack Obama (a publicação declarou apoio à candidatura do democrata).

A revista aponta que, apesar da impopularidade de Bush, 46% dos eleitores votaram contra os democratas (Obama obteve 52% dos votos populares – menos, por exemplo, do que Ronald Reagan nos anos 1980). Os números, de acordo com a The Economist, nos fazem lembrar “como a América ainda é um lugar conservador”.

Ainda em relação aos resultados eleitorais, destaca-se que Obama perdeu a eleição entre eleitores brancos (43% a 55%), embora este percentual seja parecido com o obtido no passado por democratas como Bill Clinton, Al Gore e John Kerry.

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Discurso da vitória de Obama em Chicago

Veja o discurso da vitória de Obama, terça à noite, em Chicago, transmitido pela Fox News (16 minutos e 36 segundos, na íntegra).

Suas primeiras palavras foram: “Olá Chicago! Se alguém ainda duvida que a América é um lugar onde todas as coisas são possíveis; se alguém ainda questiona se o sonho de nossos fundadores ainda está vivo; se alguém ainda duvida do poder de nossa democracia; esta noite traz as respostas”. A frase seguinte inicia-se com as palavras “escolas” e “igrejas”, referindo-se aos locais de votação e ao esforço de votar.

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