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A Internet e as mulheres no Brasil

Pesquisando recentemente sobre o uso da Internet no Brasil me deparei com os números oficiais da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE, de 2008. Para quem precisa de dados confiáveis, aqui segue o link.
É interessante notar que nas regiões Norte e Nordeste do país, as mulheres acessam a Internet tanto quanto os homens. No Norte, 27,6% das mulheres acessaram a rede nos 3 meses anteriores à pesquisa; entre eles, o índice é de 27,4%. Já no Nordeste, 25% das mulheres acessaram a rede, contra 25,2% dos homens.
Já no Sudeste, 42,1% dos homens acessam a rede, contra 38,6% das mulheres; e no Sul, 39,9% dos homens acessam, contra 37,6% das mulheres.
Ou seja: embora o acesso no Norte/Nordeste seja mais baixo, a Internet é relativamente mais importante para as mulheres (estão em pé de igualdade, digamos assim) naquela região.
E as mulheres são mais sérias também. Se ambos os sexos acessam a Internet principalmente para se “comunicar com outras pessoas”, entre os homens a segunda opção é por “lazer”. Já entre as mulheres, o segundo motivo do acesso é por “educação e aprendizado”.
Enfim, números.
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No Brasil, número de internautas cresce 36% ao ano

Dados da International Telecommunication Union (citados em uma publicação da CEPAL) apontam que no Brasil havia, em 2007, 26 usuários de Internet para cada 100 habitantes. É mais do que Argentina (23), México (21) e Paraguai (4); e menos do que Estados Unidos (72), Japão (73) e Austrália (54).

Por aqui, entre 2000 (quando eram 3 internautas para cada 100 habitantes) e 2007 a taxa de crescimento de usuários da rede foi de 36%  ao ano.

Ou seja, a se continuar neste ritmo, em 2012 alcançaremos índices norte-americanos de uso da rede. Resta saber onde estarão eles quando chegarmos lá…

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Slate: Youtube terá perdas de US$ 470 mi em 2009

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A Slate Magazine reproduz um artigo de Farhad Manjoo com um dado para ficar de olho: o Google perderá este ano US$ 470 milhões com o Youtube. A fonte da informação é uma companhia de investimentos chamada Credit Suisse. Motivo: os custos de estocar e distribuir o conteúdo são superiores ao que se consegue com publicidade.

 De acordo com a Slate, apenas 10% das páginas do Youtube têm anúncios; para a publicação, os  “anunciantes não se mostram dispostos a patrocinar vídeos e fotos caseiras”.

Aparentemente, os bilhões de acessos/ano ao Youtube não se transformaram em cifrões.

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