Os americanos e o terrorismo em 2010

70% dos americanos acreditam ser provável que aconteça um atentado terrorista nos Estados Unidos nos próximos doze meses. O número – publicado na edição de 9 de janeiro da revista The Economist — é da empresa de pesquisas YouGov Polimetrix. O levantamento foi feito alguns dias depois do atentado fracassado a um avião da NorthWest Airlines que fazia a rota Amsterdã-Detroit.

 Em abril de 2009 o receio em relação a atentados era de 51%.

A The Economist ressalta que o ano não começou bem para o presidente americano Obama, que encontra dificuldades para livrar-se do figurino de “presidente da guerra”. Além do atentado – que levou ao anúncio de novas medidas de segurança – há o envio, para breve, de mais soldados para o Afeganistão.

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1 comentário

Arquivado em Política Internacional

Uma resposta para “Os americanos e o terrorismo em 2010

  1. A ocupação do Haiti

    A catástrofe oculta uma disputa mal dissimulada pelo controle militar do Haiti. A cúpula do Canadá assumiu o fato abertamente, sem tomar decisões efetivas para preveni-lo.
    É óbvio que as necessidades urgentes da população, em meio ao caos administrativo, exigem soluções drásticas. Mas a agressividade das tropas dos EUA, seu desprezo pelas instituições haitianas e a arrogância com que utilizam a superioridade bélica para assumir o comando da reconstrução evidenciam o espírito colonizador dessa duvidosa solidariedade.
    A Minustah, sob comando brasileiro, foi importantíssima para a pacificação do país. A grande imprensa nacional, subalterna e jeca, desaprova nossa bandeira diante do palácio arruinado, mas aplaude comovida a propaganda dos painhos gringos, repentinamente preocupados com uma nação que eles ajudaram a destruir e depois abandonaram. Plano Marshall pode, Plano Lula pega mal.
    Todos sabem como será cobrada essa dívida impagável do povo haitiano, refém de um exército especializado em realizar geopolítica na base do bombardeio. Nossos comentaristas aproveitam a tragédia para neutralizar as conquistas e pretensões internacionais da bem-sucedida política externa brasileira. É exatamente a mesma estratégia de Washington.

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